Meu Anjo, todas as noites te aguardo,
Aguardo pela tua voz, o teu toque, a tua magia.
Que me puxes deste meu pesadelo amargo,
Que me agarres entre os teus braços e me dês companhia.
Meu Anjo, todas as noites estendo a mão,
Estendo a mão à espera de retribuição...
Uma retribuição que nunca é atendida.
Pois todas as noites me deixas só e desprotegida.
Meu Anjo, sei que não te consigo ver,
Mas todas as noites sinto o teu calor.
De tal maneira que quase estremece o meu ser....
Deixando-me incapaz de guardar rancor.
Durante todas essas noites, não sabia o que sentia,
era noites frias e vazias, que no entanto se preenchiam
de 1001 sentimentos confusos e revoltos.
Penso que me ouvis-te anjo, e por isso perdoo-te
por não teres lá estado*
Bárbara de Almeida
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